Ouço o silêncio das palavras Vejo o lado escuro da lua O sol já não me cega Mas o que sinto é medo Medo de mim e dos outros Dos outros que têm medo de mim
O começo paradoxal, e o desfecho inesperado. Gostei do final. Reflete bem a sociedade que vivemos, o medo de nós mesmo, o medo dos outros. A insegurança, não podemos confiar em ninguém, e nem me nós mesmos! É engraçado, muito paradoxal, não poder confiar em si mesmo, por não saber qual seria a sua reação para certas coisas.
Bom poema. E sobre o seu comentário no meu blog, falando da bebiba, o engraçado é que eu não bebo, hehehe.
7 comentários:
Talvez, as pessoas que mais temem a gente são as que mais nos farão mal.
Você fala que quanto mais poderosos somos, mas alvo pensaremos ser? E por isso, o medo?
Relendo a poesia passada e associando-a ao APPLE, vejo como tudo se encaixa!
Abraço!
medo "dos outros que tem medo de mim" eh filet!
Você acertou, paulo henrique! "hum..." é aí a reposta!
Ahan, entendi, "o novo sempre vem" né?
O emdo que consome
o medo
de ter medo
do que consome
Elas só temem o que não conhecem... como diria o filósofo, se conhecessem, talvez tivessem pena.
beijo
O começo paradoxal, e o desfecho inesperado. Gostei do final.
Reflete bem a sociedade que vivemos, o medo de nós mesmo, o medo dos outros. A insegurança, não podemos confiar em ninguém, e nem me nós mesmos! É engraçado, muito paradoxal, não poder confiar em si mesmo, por não saber qual seria a sua reação para certas coisas.
Bom poema. E sobre o seu comentário no meu blog, falando da bebiba, o engraçado é que eu não bebo, hehehe.
Abraço.
taí gostei desse.
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