quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Um estranho

Ouço o silêncio das palavras
Vejo o lado escuro da lua
O sol já não me cega
Mas o que sinto é medo
Medo de mim e dos outros
Dos outros que têm medo de mim

7 comentários:

CA Ribeiro Neto disse...

Talvez, as pessoas que mais temem a gente são as que mais nos farão mal.

Você fala que quanto mais poderosos somos, mas alvo pensaremos ser? E por isso, o medo?


Relendo a poesia passada e associando-a ao APPLE, vejo como tudo se encaixa!

Abraço!

Thiago César disse...

medo "dos outros que tem medo de mim" eh filet!

CA Ribeiro Neto disse...

Você acertou, paulo henrique! "hum..." é aí a reposta!


Ahan, entendi, "o novo sempre vem" né?

Anônimo disse...

O emdo que consome
o medo
de ter medo
do que consome

Marcella disse...

Elas só temem o que não conhecem... como diria o filósofo, se conhecessem, talvez tivessem pena.

beijo

Hermes disse...

O começo paradoxal, e o desfecho inesperado. Gostei do final.
Reflete bem a sociedade que vivemos, o medo de nós mesmo, o medo dos outros. A insegurança, não podemos confiar em ninguém, e nem me nós mesmos! É engraçado, muito paradoxal, não poder confiar em si mesmo, por não saber qual seria a sua reação para certas coisas.

Bom poema. E sobre o seu comentário no meu blog, falando da bebiba, o engraçado é que eu não bebo, hehehe.

Abraço.

Anônimo disse...

taí gostei desse.