Meu nome... Não conhece?!
O mundo é meu altar
Não nasci para fazer prece
Nada me barra, me impede
Eu sou o obstáculo
Qualquer lugar é minha sede
O ar puro no pináculo
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Em casa, sozinho, o tormento devora
Não consegue dormir
O castelo em pó, por hora
E o rei continua a ruir
4 comentários:
pois que venham as ruínuas!
essa eu nao entendi...
Rapaz, se eu entendi o que você disse na poesia, você fala da Teoria das Elites.
O pode consome a pessoa. Digere a paz, o dicernimento, e é impossível ser só bom.
Na poesia, o cara tem tudo, mas é um tudo de bom e de ruim. E no caso dos reis, é algo sem escolha.
Eu não queria ser rei. Queria ser amigo dele!!!!!! hehehehehehe
Ótima poesia.
Caramba!!!! Se eu entendi essa poesia o carlinhos tá estudando mto :x
Eu vi mais algo relação homemxaparência.
Não uma aparência física, mas o que ele quer transmitir e o que ele realmente é. Uma questão de autoconfiança, uma questão de imagem, uma questão de ser.
Para o mundo, serei tudo que quero, poderei tudo, basta que eu quero e enfrente meus temores... no quarto, eu só tenho os meus temores...
Obrigada pelo elogio e parabéns pela poesia
^^
PS.: Quero saber se entendi e se não entendi, o que vc queria dizer.
;)
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