quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Entre poderes

Minha voz ressoa em todo lugar
Meu nome... Não conhece?!
O mundo é meu altar
Não nasci para fazer prece

Nada me barra, me impede
Eu sou o obstáculo
Qualquer lugar é minha sede
O ar puro no pináculo

.
.
.

Em casa, sozinho, o tormento devora
Não consegue dormir
O castelo em pó, por hora
E o rei continua a ruir

4 comentários:

Anônimo disse...

pois que venham as ruínuas!

Thiago César disse...

essa eu nao entendi...

CA Ribeiro Neto disse...

Rapaz, se eu entendi o que você disse na poesia, você fala da Teoria das Elites.

O pode consome a pessoa. Digere a paz, o dicernimento, e é impossível ser só bom.

Na poesia, o cara tem tudo, mas é um tudo de bom e de ruim. E no caso dos reis, é algo sem escolha.

Eu não queria ser rei. Queria ser amigo dele!!!!!! hehehehehehe

Ótima poesia.

Marcella disse...

Caramba!!!! Se eu entendi essa poesia o carlinhos tá estudando mto :x

Eu vi mais algo relação homemxaparência.
Não uma aparência física, mas o que ele quer transmitir e o que ele realmente é. Uma questão de autoconfiança, uma questão de imagem, uma questão de ser.
Para o mundo, serei tudo que quero, poderei tudo, basta que eu quero e enfrente meus temores... no quarto, eu só tenho os meus temores...

Obrigada pelo elogio e parabéns pela poesia
^^


PS.: Quero saber se entendi e se não entendi, o que vc queria dizer.
;)