Versos rudes, que só falam bem de si
Metalinguagem sem nenhuma meta
Quanta futilidade existe
Em se vangloriar em cada linha!
Esses versos são ilegíveis.
Para eles, o poema não é outra coisa
Senão uma vitrine para expor suas caras feias.
Tudo é um papel em branco
Papel que acaba se rasgando
Livro que mofa na estante.
6 comentários:
Posso vir a falar besteira, mas poemas sempre serão vitrines e não se pode inventar uma cara para colocar nelas, eu acho... pensando.
Pensando eu, aqui, podíamos até mudar o título para "versos Elegíveis" e continuaria dando certo a poesia!!!!!
sudhasuhduhasudas
Tá massa, Paulo henrique!
eh isso ae cara, morte aos poemas!
hehe!
Morte aos poemas, é?
Acho que ele propôs a minha inquisição esclarecida do outro poema, mas tudo bem...
kkkkkkk
Quanto ao comentário, em algum momento saímos da nossa própria mente?
Talvez durante a leitura, não é?
;)
Agressivo.
Bom poema.
Me lembra um pouco romantismo " o conteúdo vale mais do que a forma."
as vezes papéis em amarelo. papéis sem tempo.
adorei a poesia!
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