sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Versos ilegíveis

Versos rudes, que só falam bem de si
Metalinguagem sem nenhuma meta
Quanta futilidade existe
Em se vangloriar em cada linha!
Esses versos são ilegíveis.
Para eles, o poema não é outra coisa
Senão uma vitrine para expor suas caras feias.
Tudo é um papel em branco
Papel que acaba se rasgando
Livro que mofa na estante.

6 comentários:

Marcella disse...

Posso vir a falar besteira, mas poemas sempre serão vitrines e não se pode inventar uma cara para colocar nelas, eu acho... pensando.

CA Ribeiro Neto disse...

Pensando eu, aqui, podíamos até mudar o título para "versos Elegíveis" e continuaria dando certo a poesia!!!!!
sudhasuhduhasudas


Tá massa, Paulo henrique!

Thiago César disse...

eh isso ae cara, morte aos poemas!
hehe!

Marcella disse...

Morte aos poemas, é?
Acho que ele propôs a minha inquisição esclarecida do outro poema, mas tudo bem...
kkkkkkk

Quanto ao comentário, em algum momento saímos da nossa própria mente?
Talvez durante a leitura, não é?

;)

Hermes disse...

Agressivo.
Bom poema.
Me lembra um pouco romantismo " o conteúdo vale mais do que a forma."

Anônimo disse...

as vezes papéis em amarelo. papéis sem tempo.

adorei a poesia!