quinta-feira, 26 de junho de 2008

Criança

Criança abençoada
De mente imaculada
Tu que és inocente
E não sente a frieza
Deste mundo inclemente

Criança linda
Que não sabe ainda
Dos problemas da vida
E que é por todos
Muito querida

Criança curiosa
Sempre corajosa
Que do novo não tem medo
Em algo que não conhece
Vai lá e ponha o dedo

Criança, quando me abraça
Nesse instante tudo passa
Só fica o que é bom
Ao sentir teu coração bater
Sinto da paz o tom

Não é um sentimento nobre
Mas a inveja me cobre
Quando penso em ti, criança
E vejo que não tens problemas
Teu viver é só bonança

A ingenuidade tua
Não vê a maldade nua
Deste mundo tão cruel
Tu desenhas o mundo
Bem bonito no papel

Queria eu voltar a ser
Assim como você
Ficar despreocupado
E só com brincadeiras
Ficar ocupado

3 comentários:

Thiago César disse...

"vai lá e ponha o dedo"
eh issae!

CA Ribeiro Neto disse...

Muito massa a poesia sobre criança! Bons tempos esses, que só nos preocupavamos em terminar logo a tarefa de casa, para ir correr na rua!

Em outubro, em homenagem às crianças, postarei as minhas poesias infantis!
(tenho duas)

Abraço

Pedro Gurgel disse...

fui lá, e pus o dedo.

=D

Boa poesia!